Hidrofobicidade em Neossolo litólico sob plantação de Pinus taeda

Autores

  • Claudia Maria Branco de Freitas Maia Embrapa
  • Cristiane Regina Budziak Fukamachi Coordenação de Química, UTFPR
  • Yorleni Chang Cambronero UFPR
  • Renato Antônio Dedecek UFPR
  • Antônio Sálvio Mangrich UFPR
  • Kelly Mayumi Narimoto Embrapa Instrumentação
  • Débora M.B.P. Milori Embrapa Instrumentação
  • Marcelo Luiz Simões Embrapa Instrumentação

DOI:

https://doi.org/10.4336/2010.pfb.30.62.93

Palavras-chave:

Solos florestais, repelência à água, RPE, fluorescência, raio-X.

Resumo

Compreender os processos de estabilização do carbono no solo pode ser muito útil no desenvolvimento de técnicas de mitigação das  emissões de CO2 e do aquecimento global. Quanto maior a hidrofobicidade da matéria orgânica do solo, mais estabilizado é o carbono do solo. Portanto, a  hidrofobicidade pode ser usada como indicador para  caracterizar a qualidade da matéria orgânica do solo. O presente trabalho caracterizou as estruturas  químicas de ácidos húmicos extraídos de solos  coletados a três profundidades de um Neossolo sob plantação de Pinus taeda. Os resultados das análises  espectroscópicas e químicas (ultra-violeta,  fluorescência, ressonância paramagnética eletrônica e difração de raio-X) indicaram que a ocorrência de  estruturas conjugadas, grupos aromáticos e radicais orgânicos livres e, portanto, maiores índices de  humificação, aumentaram com a profundidade do  solo. Grupos alifáticos na fração húmica estavam  mais concentrados nas camadas superficiais, o que pode ser explicado pelo constante aporte de liteira na superfície. Testes da repelência à água apontaram maior hidrofobicidade na superfície do solo, provavelmente devido a componentes não húmicos da matéria orgânica, tais como suberina e cutina.

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Publicado

26-10-2010

Edição

Seção

Artigos Científicos

Como Citar

MAIA, C. M. B. DE F. et al. Hidrofobicidade em Neossolo litólico sob plantação de Pinus taeda. Pesquisa Florestal Brasileira, v. 30, n. 62, p. 93, 26 out.2010.

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