Relações Quantitativas entre Variáveis Dendrométricas e Teores de Carbono para Mimosa scabrella Bentham da Região Metropolitana de Curitiba

Autores

  • Sebastião do Amaral Machado Universidade Federal do Paraná image/svg+xml
  • Edilson Urbano Universidade Federal do Paraná image/svg+xml
  • Barbara Jarschel Universidade Federal do Paraná image/svg+xml
  • Saulo Jorge Teo Universidade Federal do Paraná image/svg+xml
  • Marco Aurélio Figura Univesidade Federal do Paraná
  • Luis César Rodrigues da Silva Universidade Federal do Paraná image/svg+xml

Palavras-chave:

Peso verde, peso seco, teor de carbono, bracatingais

Resumo

Esta pesquisa objetivou determinar o teor de matéria seca e teores de carbono por idade e classe de diâmetro, para o fuste e outros componentes de árvores de Mimosa scabrella Bentham (bracatinga), bem como suas correlações com as variáveis medidas em campo. Os dados para o desenvolvimento desta pesquisa compõem- e de 190 árvores coletadas em bracatingais de diversos municípios da região metropolitana de Curitiba, cobrindo idades de 5 a 17 anos. Nestas idades foram medidas as seguintes variáveis: altura total, altura de copa, altura do fuste, diâmetro à altura do peito e o diâmetro da copa. As árvores foram derrubadas e divididas nos seguintes componentes: fuste, galhos (diâmetros ≥ 4 cm e diâmetros <4cm), folhagem e galhos mortos. O peso verde de cada componente foi obtido no campo. Amostras de cada componente verde foram coletadas, pesadas e levadas para secagem em estufa até peso seco constante. Posteriormente foi obtido o peso seco de cada componente por extrapolação dos pesos das amostras. Pequenas porções de cada componente de 55 árvores foram moídas para  determinação do teor de carbono. O peso do fuste foi a variável mais representativa (média de 69,85% do peso total das árvores), com um coeficiente de variação de 17,88%. O DAP e o produto D2H foram os que apresentaram maior coeficiente de correlação com o peso do fuste (0,90 e 0,95 respectivamente), bem como com os demais componentes das árvores. Não houve diferença estatisticamente significativa do teor médio de carbono entre idades e nem entre classes de diâmetro para todos os componentes das árvores. Já o teor de carbono da folhagem é estatisticamente diferente quando comparado ao teor de carbono dos demais componentes. 

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Edição

Seção

Artigos Científicos

Como Citar

MACHADO, S. DO A. et al. Relações Quantitativas entre Variáveis Dendrométricas e Teores de Carbono para Mimosa scabrella Bentham da Região Metropolitana de Curitiba. Pesquisa Florestal Brasileira, n. 52, p. 37, 8 mar.2011.

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