Viabilidade de eixos embrionários de Araucaria angustifolia após o uso de dois métodos de criopreservação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.4336/2018.pfb.38e201701498

Palavras-chave:

Desidratação, Encapsulamento, Nitrogênio líquido

Resumo

Araucaria angustifolia (Bertol.) O. Kuntze é uma das espécies nativas do Brasil com maior importância na Região Sul. No entanto, suas sementes são recalcitrantes, constituindo um obstáculo para a sua conservação em longo prazo, sendo a criopreservação uma alternativa viável para o armazenamento de seu germoplasma. Os eixos embrionários (EE) excisados das sementes de araucária foram encapsulados, desidratados e submetidos a dois métodos de criopreservação: o resfriamento rápido, congelando em nitrogênio líquido (NL) durante 2 h, e o pré-resfriamento a - 40 °C, seguido do congelamento em nitrogênio líquido durante 2 h. Posteriormente, os EE foram descongelados rapidamente e avaliados quanto à integridade do DNA pelo teste bioquímico do tetrazólio, germinação in vitro e ocorrência de oxidação. Tanto o DNA dos EE que não foram criopreservados quanto o daqueles que foram criopreservados mantiveram sua integridade. Os resultados do teste de tetrazólio indicaram que a maioria dos EE desidratados pelo congelamento rápido permaneceu viável. Após 15 dias de cultivo in vitro, os EE não germinaram e apresentaram sinais de oxidação. Os métodos de encapsulamento-desidratação seguidos de congelamento rápido são promissores para a criopreservação de EE de araucária, como demonstrado pelo teste de tetrazólio e da manutenção da integridade total do DNA.

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Biografia do Autor

  • Caroline Frizzo, Universidade Federal do Paraná
    http://lattes.cnpq.br/7378577758562298
  • Marguerite Quoirin, Universidade Federal do Paraná
    http://lattes.cnpq.br/7947529909503630

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Publicado

07-12-2018

Edição

Seção

Artigos Científicos

Como Citar

FRIZZO, C.; QUOIRIN, M. Viabilidade de eixos embrionários de Araucaria angustifolia após o uso de dois métodos de criopreservação. Pesquisa Florestal Brasileira, v. 38, 7 dez.2018.

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