Correlação espacial dos atributos químicos do solo com o desenvolvimento da teca em Mato Grosso

Autores

  • Allan Libanio Pelissari Universidade Federal do Paraná image/svg+xml
  • Sidney Fernando Caldeira Universidade Federal de Mato Grosso image/svg+xml
  • Vanderley Severino dos Santos Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso image/svg+xml
  • Joilson Onofre Pereira dos Santos Universidade Federal de Mato Grosso image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.4336/2012.pfb.32.71.247

Palavras-chave:

Tectona grandis, Variabilidade espacial, Geoestatística, Krigagem

Resumo

O objetivo do trabalho foi investigar as correlações espaciais dos atributos químicos do solo com o desenvolvimento da teca (Tectona grandis) no município de Nossa Senhora do Livramento, MT. Foram alocadas 46 parcelas permanentes de 15 m x 30 m e obtidos os valores médios anuais do povoamento do diâmetro a 1,3 m do solo e da altura total do segundo ao nono ano de idade. Também foram coletadas amostras de solo na profundidade de 0-0,20 m, aos dois anos, para a determinação do pH, cálcio, magnésio e alumínio trocáveis, fósforo e potássio disponíveis, para a posterior modelagem dos padrões espaciais, por geoestatística. O diâmetro a 1,3 m do solo e a altura total da teca apresentam maior correlação espacial com o pH e cálcio do solo, além da baixa semelhança espacial com o potássio e magnésio, ausência para o fósforo e relação inversa com o alumínio.

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Biografia do Autor

  • Allan Libanio Pelissari, Universidade Federal do Paraná
    ossui graduação em Engenharia Florestal e mestrado em Ciências Florestais e Ambientais pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). Atualmente é doutorando do Programa de Pós-graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Atua na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Manejo Florestal e Silvicultura de florestas plantadas, principalmente nos temas: Crescimento e produção; Práticas silviculturais; Geoestatística; Solos florestais; Teca; Eucalipto; e Pinus tropicais.
  • Sidney Fernando Caldeira, Universidade Federal de Mato Grosso
    Possui graduação em Engenharia Florestal pela Universidade Federal de Viçosa (1976), mestrado em Agronomia (Fitopatologia) pela Universidade Federal de Viçosa (1979) e doutorado em Ecologia e Recursos Naturais (Ecofisiologia de Sementes) pela Universidade Federal de São Carlos (2007). Atualmente é professor associado II da Universidade Federal de Mato Grosso, Consultor da Acta Amazônica, Revista Agricultura Tropical, Revista Floresta e Revista de Ciências Agrárias. Tem experiência na área de Recursos Florestais e Engenharia Florestal, com ênfase em Silvicultura, atuando principalmente nos seguintes temas: patologia florestal, tratos silviculturais, sementes florestais e com Tectona grandis (teca).
  • Vanderley Severino dos Santos, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso
    Possui graduação em Geografia pela Universidade Federal de Mato Grosso (1993), mestrado em Agricultura Tropical pela Universidade Federal de Mato Grosso (2001) e doutorado em Ecologia e Recursos Naturais pela Universidade Federal de São Carlos (2007). Atualmente é professor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso, atuando nos cursos de Agrimensura e Geoprocessamento. Tem experiências nas áreas de Geografia e Geoprocessamento atuando principalmente nos seguintes temas: Geografia física, Cartografia, Sensoriamento Remoto, Sistema de Informações Geográficas, Agrometeorologia, Planejamento do meio físico e Análise ambiental.
  • Joilson Onofre Pereira dos Santos, Universidade Federal de Mato Grosso
    Trabalha atualmente com projetos de reflorestamento e atividades afins. Tem experiência em Licenciamento Ambiental, Mensuração e Inventário Florestal, Colheita e Transporte, Projetos Silvipastoris, Serrarias e Recursos Florestais.

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Publicado

28-09-2012

Edição

Seção

Artigos Científicos

Como Citar

PELISSARI, A. L. et al. Correlação espacial dos atributos químicos do solo com o desenvolvimento da teca em Mato Grosso. Pesquisa Florestal Brasileira, v. 32, n. 71, p. 247, 28 set.2012.

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